Muitas pessoas não compreendem por que têm quebrado a cara em ciclos ruins de relacionamentos superficiais os quais não possuem uma força para superação das adversidades da vida.

Posso dizer que a maioria dos dependentes emocionais se comportam de forma muito apressada nas relações, não seguindo essa ordem:

1. Paixão > 2. Intimidade > 3. Compromisso

Dessa forma, tendem a se comprometer no auge de uma paixão!

Quando se toma nota que a pessoa que está contigo não é tão boa assim para a realização de seus propósitos de vida, já é tarde demais: você já está em comprometimento.

São bandeiras vermelhas:

1. Você se distrai facilmente com qualidades superficiais: olhar somente para a beleza exterior, o sexo, posição social e bens materiais – grande chance de quebrar a cara. Está utilizando demais os instintos e pouco a inteligência emocional!

2. Você segue a emoção em vez da lógica: pessoas emotivas demais não pensam no que fazem. Ao suprimir a razão, suas atitudes acabam sendo passionais demais, geralmente alimentadas por uma vontade de submissão pela carência emocional.

3. Você não pode ser feliz sozinho: a crença limitante de que ter alguém é necessário para ser feliz te faz querer ter alguém o tempo todo. Deveria aprender a lidar com seus problemas de forma solitária para criar a robustez necessária para superar os dias difíceis num relacionamento amoroso.

4. Você suprime sua voz ou se cala para não desagradar a outra pessoa: fica com medo de falar o que pensa ou de demonstrar suas vontades para não ficar só.

Qualidades superficiais não sustentam a relação.

O que sustenta uma relação amorosa é o respeito mútuo, atrelado à oportunidade de cada um ter a sua individualidade preservada, com seus gostos e sonhos, ao mesmo tempo com lealdade e fidelidade num comprometimento com o outro, uma reciprocidade sem cobranças, amparo e facilitação. Na profundidade de vivência a dois, cada um respeita a história de vida, não olha para as superfícies do “quem sou”, de “quem pareço ser”, mas sim na particularidade de cada ser, na razão para dizer “estou aqui para o que der e vier”.

Você se sente assim? Comente!

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